Tag Archive: Software Livre


Para quem é utilizador do Ubuntu, já deve ter reparado que a opção para descomprimir (extrair) ficheiros não suporta os ficheiros com a extensão .rar. Para contornar esta situação, o utilizador deverá fazer a instalação dos pacotes que garantam esta funcionalidade no sistema.

Sendo assim, na linha de comandos, digite:

sudo apt-get install rar

E automaticamente os pacotes serão baixados dos repositórios previamente configurados e instalados.

Semestre “terminado” (entre aspas por existirem ainda as benditas provas da CISCO na fila, aguardando por processamento ;-)), e vamos dar início a meia-maratona de informações que, felizmente, para uns ou, infelizmente, para outros, será dominada pelas tecnologias livres e de código aberto.

Nos próximos dias serão apresentados temas relactivos  a três importantes áreas das tecnologias de informação, sendo o desenvolvimento de software, a administração de sistemas e a administração de base de dados.

Como aperitivo, começo hoje por apresentar o conceito de LAMP. LAMP é um acrônimo para um conjunto de soluções de software livre, formado pelas primeiras letras de Linux (sistema operativo), Apache HTTP Server, MySQL (software de banco de dados relacional) e PHP (linguagem de programação interpretada), juntos contituem os principais componentes para implementação de um servidor web robusto.

O conjunto de software incluso no pacote LAMP pode variar, especialmente no que diz respeito à linguagem de programação, podendo ser substituida por Java, Python, Perl, entre outras. Existem ainda termos similares para descrever o conjunto de softwares “AMP” em execução em outros sistemas operativos, tais como o MS Windows  (WAMP),  Mac OS  (MAMP),  Solaris  (SAMP), ou OpenBSD  (OPAMP).

Esta combinação de software tornou-se popular porque é gratuita, de código aberto e, portanto, facilmente adaptável, e por causa da omnipresença de seus componentes que são empacotados com a mais actuais distribuições Linux.

Fonte: Wikipedia (adaptado)

À 1 de Maio de 2010, poderemos uma vez mais assistir e participar de uma actividade que visa promover  o desenvolvimento profissional da comunidade de TIC angolana, por meio de intercâmbio de conhecimento e experiência, sendo este o melhor reflexo do espírito cooperativo e evolutivo, que se pretende presente no “kernel” da comunidade.

Este evento denominado TechMeeting, tem como organizador o grupo Tarrimbo,  composto por estudantes e profissionais no campo das TICs.

Link Relacionado:1.º Tech Meeting – Materialização de um projecto!

O Império Microsoft!

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Combatendo em todas as frentes!!!

Esta necessidade surgiu quando pretendia configurar a conexão à internet pelo serviço Movinet (Movicel), usando o modem usb da Anydata ADU-100-A.

Siga os seguintes passos:

1. Instale o pacote gnomePPP caso não exista no seu sistema (baixei aqui: http://garr.dl.sourceforge.net/sourceforge/projeto-messias/modem-arquivos-v21.tar.gz ).

Att.: O tutorial existente não foi actualizado, mas é de leitura obrigatória. A descompactação pela linha de comandos (Terminal) estava a gerar erros, por isso continuei no ambiente gráfico, e instalei o gnomePPP dando duplo clique no ficheiro “gnome-ppp_0.3.23-1_i386.deb”.

2. Conecte o modem USB  ao PC (no meu caso, Modem Anydata ADU-100A)

3. Na linha de comandos e como root, digite: gnome-ppp (ou, sem estar como root mas com elevados previlégios, digite sudo gnome-ppp, e antes de abrir a aplicação é solicitado a password de administrador).

Esse passo também pode ser dado no ambiente gráfico, seguindo: Aplicações -> Internet -> GNOME PPP

4. Surge a janela de configuração. Na tab “Modem” clique em ‘Detect’. O modem na porta usb é automaticamente detectado, com o tipo ‘Analog Modem’, portanto em “Type” escolhe ‘USB Modem’. Não altere a opção “Speed”. Na opção “Dial Prefix” digite :#

Na tab “Networking” as opções “Dynamic IP address” e “Automatic DNS” estão seleccionadas por defeito, não altere.

Na tab “Options” escolhe “Dock in notification area” e “Reconect automatically” (Já que há dias em que parece que aderimos ao pacote “Bungee jumping” lol :-))

Feche a janela.

5. Coloque o seu username.

Para os utilizadores do serviço movinet o username é constituído da seguinte forma: 2440númerodomodem@movinet.info

Exemplo: 2440910000000@movinet.info

Coloque a senha.

Para os utilizadores do serviço movinet a senha é: movicel

Coloque em  “Phone number” o número: 777

6. Clique em ‘connect’. Surgirá uma pequena janela, que desaparecerá logo que a conexão for estabelecida com sucesso. Caso não desapareça, clique em “log” e veja qual é o problema.

Comigo resultou!


Pois é, mais uma dor de cabeça para o nosso querido amigo Bill Gates e seu staff. Em crescimento galopante surge a google com mais uma mostra da sua intenção de se fazer presente nas mais várias áreas das tecnologias de informação e comunicação. Trata-se do seu navegador web Chrome disponível para download na sua versão beta pública para windows.

Deste modo, dei uma pausa no Firefox e estou a explorá-lo ao máximo, e digo desde já que tenho observado um bom desempenho deste aplicativo, o que já era de esperar. 😉

Utilizando código da interface do Firefox e o mecanismo de renderização Webkit, criado pela equipe do KDE e desenvolvido pela Apple, o Google Chrome contém diversas inovações tecnológicas.

Uma das novidades mais perceptíveis é a velocidade de renderização de páginas — especialmente aquelas tradicionalmente pesadas, cheias de código Javascript — um resultado do uso do veloz Webkit e do compilador Javascript JIT V8. Além disso, a arquitetura interna do navegador é uma novidade na área: cada aba utiliza não uma thread, mas um processo independente, que fica isolado de todos os outros do navegador e do sistema operacional. Com isso, caso algum aplicativo web rodando na aba saia do controle, é possível matar somente o processo da aba, minimizando as conseqüências do código defeituoso da página.

Como sempre podemos esperar do Google, o navegador traz mais do que simples mudanças tecnológicas, e tem a pretensão de mudar a forma como navegamos — inclusive incentivando a separação das abas em janelas, para uso de aplicativos web em janelas independentes.

Somente Windows

Infelizmente para usuários Linux e Mac OS, a versão do Chrome liberada hoje só funciona em sistemas Windows, embora a equipe de desenvolvimento planeje também versões para Linux e Mac OS.

Fonte: Linux Digital