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E foi com este tema que marquei ontem a minha estreia, em modo Speedy Gonzalez :D, nas sessões de apresentações do CAST – Comunidade Angolana de Segurança e Tecnologia.

Com casa cheia, foi bastante gratificante podermos observar o intercâmbio de conhecimento e experiências entre os profissionais da área e os estudantes universitários que pela primeira vez fizeram-se representar em bom número, o que com certeza deixou satisfeito os que têm acompanhado de perto a caminhada da comunidade.

O pontapé de saída foi dado por Sérgio Cruz que dissertou sobre “Sistemas Integrados de Gestão Empresarial“, cobrindo os pontos anunciados por altura do lançamento do evento, tais como a importância, factores de decisão técnica e as razões técnicas em que baseou a sua opção. Em jeito de conselho, foi passando informações que considera cruciais para que um processo de adopção de um ERP finalize com sucesso.

Na sequência, coloquei as vestes de evangelizador de segurança, convidando os participantes a uma viagem ao passado, levando-os a compreender a presente necessidade de consciencialização para a adopção de práticas seguras de Engenharia de Software e de Gestão de Projectos de Software nos processos de desenvolvimento e/ou aquisição de soluções. Com certeza, a ocasião proporcionou também a oportunidade para dar a conhecer conceitos pouco disseminados como Software Assurance, ciclo de vida de desenvolvimento de software seguropráticas de segurança, entre outros, relacionados à Segurança em TI.

Para obter mais informações como as apresentações deste e outros eventos passados, é só visitar a página do CAST em www.cast.co.ao e, aproveitando a visitinha, cadastrar-se, abraçando assim a causa. 😉

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Será amanhã, quinta-feira 30 de Maio, a partir das 18h30, que decorrerá mais um Encontro CAST onde profissionais e entusiastas das Tecnologias de Informação partilham seus conhecimentos e experiências, com ênfase para os assuntos relacionados à Segurança.

Desta vez estarei na linha da frente com a apresentação intitulada “Segurança de SoftwareUm olhar para além das linhas de código!”, que terá na sua essência a consciencialização sobre a necessidade da adopção de práticas seguras de Engenharia de Software e de Gestão de Projectos de Software nos processos de desenvolvimento e/ou aquisição de soluções.

Comigo também estará Sérgio Cruz, Gestor de Projectos ERP, Consultor/Programador Sénior PHC Enterprise e SQL Server Database Administrator, dissertando sobre “Sistemas Integrados de Gestão Empresarial“, com tópicos que evidenciarão a sua Importância, factores de decisão técnica, razões técnicas que baseiam a sua opção, entre outros.

Local: Integrated Solutions, Bairro Azul. Clique para conhecer o local

Caso ainda não saiba, recomendo: 5 razões para estar presente num encontro do CAST

A PARTICIPAÇÃO É TOTALMENTE GRÁTIS!

P.S: Coffee Break por conta da casa, uma oferta da Integrated Solutions!

Infelizmente, do meu parco conhecimento das línguas nacionais angolana, somente sei o significado de alguns termos que, no dia-a-dia, são misturados com a nossa língua oficial, e criam aquele toque único no falar dos angolanos. Um desses termos é o “Kota”, que na língua Kimbundo, significa “mais velho”.

Deste modo, neste post apresento algumas dicas e sugestões retiradas, e ligeiramente adaptadas, do excelente site Peopleware, que se propõem serem úteis para quem ensina os mais velhos a usarem computadores e a navegarem na internet.

Dica 1

A primeira vez que estiver a ensinar alguém a lidar com o computador (e aqui não se englobam só as pessoas mais velhas mas também aquelas que dizem “não percebo nada de computadores”), é importante que se ensine o mais básico e mais fácil de executar, sem se utilizar linguagem “técnica”, mas sim linguagem acessível. Há que ter em conta que, a pessoa que está a ser ensinada pode nunca ter tido a oportunidade de mexer num teclado, e não sabe o que é “enter”, “espaço” ou “delete”, entre outros. É importante informar e esclarecer tudo à pessoa, dando informações do género “Um computador funciona assim…, liga-se/desliga-se desta forma…”. Caso seja necessário, e para a pessoa poder praticar em casa, pode sempre ir tomando notas do que lhe é ensinado.

Dica 2

Para muitos de nós, os atalhos no teclado são geniais. Mas decerto que quando nos iniciámos na informática, também aprendemos uma coisa de cada vez. Por isso também se aconselha a, quando ensinarmos as pessoas mais velhas (e aqui temos que ter em atenção alguns problemas de memória que possam existir), se utilize o rato para as operações, e não os atalhos do teclado, pois podem ser mais confusos e desmotivar à aprendizagem.

Dica 3

Esta terceira dica dedica-se à prática de digitação. Isto é, nós sabemos que, se hoje escrevemos rápido no computador, isso deve-se aos muitos anos e prática que nele temos. Pois, ao ensinarmos pela primeira vez alguém, essa pessoa estará, durante alguns minutos, a escrever uma frase ou até 2/3 letras, isto porque nunca passou pela experiência. Desta formam quando estivermos a ensinar uma pessoa mais velha, ou mesmo de outra idade, devemos desafiá-la a praticar a digitação, isto é, a escrever uma frase ou duas por dia. Não devemos esquecer (pois podem haver problemas de acuidade visual), de colocar fontes grandes e o texto sempre visível, para motivar e promover à continuação da prática.

Dica 4

Depois das dicas mais básicas, chega a hora de entrar na Internet, e explicar o que é esse Mundo completamente diferente. Nesta fase pode-se começar por indicar como entrar na Internet (indicar o Icon, por exemplo), e, uma vez a navegar, mostrar alguns sites úteis (também adequados aos interesses da pessoa que está a ser ensinada), como por exemplo, sites de informação, entretenimento, desporto, culinária, pesquisa! Mas, de forma geral, é importante informar o que é a Internet, e de que forma é que, esta rede funciona.

Dica 5

Apesar de ser a última, esta dica não deixa de ser muito importante. Aconselha-se a que, quando se dedicar a ensinar alguém mais velho a lidar com computadores e Internet, os incentive à prática. É errado pensar-se que uma vez aprendido, nunca se esquece, pois com os computadores não é assim. É necessário praticar-se para se saber e não se esquecer. Então é importante que, em tempos livres, lhes peça para irem explorando coisas no computador. A instalação de serviços de conversação é também um grande motivador para passarem mais tempo no computador e irem percebendo mais a dinâmica deste.

Fonte dicas: Peopleware

Começo este post com um singelo pedido de desculpas pela demora em apresentar as minhas ilações resultantes da participação do 1.º Tech Meeting. Os culpados até que não são tantos, mas deixarei para outra ocasião a crucificação dos mesmos. lol

Retomando ao foco principal deste post, eis aqui uma pequena operação matemática que é motivo certo de orgulho para todos que tornaram possível o primeiro “passo” do Tech Meeting:

Responsabilidade + Competência = Sucesso

Dissecando, a responsabilidade esteve patente em todo o processo organizativo do evento: antes, no decorrer e no culminar do mesmo. Recepção calorosa, e com distribuição individual das “ferramentas” necessárias para o acompanhamento e reprodução dos exemplos apresentados pelos distintos oradores; cumprimento do horário e total coerência com a agenda de actividades.

A competência reflectiu-se nos oradores ao, da melhor forma, transmitirem os conhecimentos e ao deliciarem-nos com o que de mais actual há em termos de metodologias de desenvolvimento de software em ambiente profissional.

Tal como anunciado, o foco principal do evento foi o desenvolvimento de aplicações web usando a tecnologia Java e, nesta ordem de ideias, decorreram os trabalhos, à excepção das apresentações sobre CSS vs CSS Sprite, tratando-se esta de uma linguagem de estilo, e sobre Importância de Testes em Software.

Em destaque estiveram as apresentações que se debruçaram essencialmente nas tecnologias JavaServer Pages (JSP), JavaServer Faces (JSF) e Java Persistence API (JPA),  inclusas na plataforma Java EE 6 e apresentadas nas suas mais recentes versões: JSP 2.2, JSF 2.0 e JPA 2.0.

E assim, de forma bem resumida, decorreu a primeira edição do tech meeting, superando expectativas e alcançando o sucesso merecido. Caso esteja interessado em obter mais informações referente a esta edição (apresentações, trabalhos produzidos e fotos), bem como das edições subsequentes, visite o site oficial:

www.tmangola.net

À 1 de Maio de 2010, poderemos uma vez mais assistir e participar de uma actividade que visa promover  o desenvolvimento profissional da comunidade de TIC angolana, por meio de intercâmbio de conhecimento e experiência, sendo este o melhor reflexo do espírito cooperativo e evolutivo, que se pretende presente no “kernel” da comunidade.

Este evento denominado TechMeeting, tem como organizador o grupo Tarrimbo,  composto por estudantes e profissionais no campo das TICs.

Link Relacionado:1.º Tech Meeting – Materialização de um projecto!

Compras online pode oferecer maior comodidade, maior seleção e, em alguns casos, melhores preços. Assim como compras em uma loja, ou através do telefone, existem algumas regras básicas que sugiro que você siga quando efectua as suas compras online para garantir a melhor experiência de compra possível.

Use um navegador da Web seguro
Procure por um “s” após o “http” no endereço da página web ou URL.

Mantenha sua senha secreta
Algumas lojas online exige que você registe um nome de utilizador e senha antes de comprar um item. Tal como você mantém o código do seu multi-caixa privado, deve sempre manter as suas senhas secretas das outras pessoas.

Usar a Internet para comparar os vendedores
Compare produtos e preços antes de comprar – clique ao redor para encontrar o item com o melhor preço.

Proteja suas informações de cartão
Só dar detalhes do seu cartão de crédito/débito ao fazer compras – não fornecê-los por qualquer outro motivo.

Verifique as políticas de entrega e devolução
Antes de completar uma transação on-line, leia a política de entrega e de devolução.Descubra se pode devolver os objectos e quem suporta os custos.

Mantenha um registro de suas transações
Mantenha um registro de suas operações – apenas no caso de precisar de devolver um item ou tiver uma pergunta sobre a sua compra.

O Adaptador Loopback é uma ferramenta de teste usada num ambiente de rede virtual onde não é feito um acesso à rede física.  

Para instalar manualmente o Adaptador Loopback no Windows XP siga os seguintes passos:

1. Clique Start (Iniciar), e de seguida Control Panel (Painel de Control).

2. Se estás no modo Category View (Vista por Categoria), clique Switch to Classic View (Mudar para Vista Clássica) no painel esquerdo do Control Panel.

3. Clique em Add Hardware, e de seguida clique Next.

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4. Clique Yes, I have already connected the hardware, e de seguida clique Next.

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5. No final da lista, clique Add a new hardware device, e de seguida clique Next.

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6. Clique Install the hardware that I manually select from a list, e de seguida clique Next.

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 7. Clique Network adapters, e de seguida clique Next.

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8. Na caixa Manufacturer, clique Microsoft.

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9. Na caixa Network Adapter, Clique Microsoft Loopback Adapter, e de seguida clique Next.

 

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10. O Assintente estará pronto para instalar o adaptador, clique Next.

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11. Clique Finish.

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** Terás que reiniciar o computador para que a interface funcione correctamente **

 12. O novo adaptador está criado e disponível na secção Network Connections.

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11. Acesse as propriedades do Adaptador Loopback Local e atribua os endereços IP

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13. Ping 10.10.10.1 endereço IP do adaptador loopback  a partir do Prompt DOS para testar a sua conectividade

 ping

Nota: Caso queira simplementes efectuar testes para verificar a operacionalidade do Protocolo IP numa máquina, basta enviar pacotes de testes para o endereço reservado de loopback local 127.0.0.1 ( ping 127.0.0.1), não precisando de instalar um adpatador de Loopback. Uma resposta a partir de 127.0.0.1 indica que o Protocolo IP foi instalado correctamente na máquina.

 

 

Em resposta a alguns comentários e questões sobre o INFRASAT procurarei esclarecer de uma maneira muito simples o impacto do seu surgimento.

Imaginemos que todo o sistema de Telecomunicações possua uma estrutura hierárquica em que num ponto mais alto estão as instituições que disponibilizam os serviços (telefonia móvel ou fixa, televisão por cabo ou satélite, internet, etc), e num nível mais baixo encontramos os clientes ou usuários desses serviços! Nesta perspectiva e num nível intermédio, o INFRASAT funcionará como o suporte tecnológico, a infraestrutura, que permitirá aos elementos do nível mais baixo desfrutarem de todos os serviços de última geração com uma excelente qualidade e à baixo preço por tratar-se de uma infraestrutura nacional, não havendo a actual necessidade de fazer-se o uso de links satélites alugados pertencentes à entidades estrangeiras, o que era apresentado como um dos motivos dos preços exorbitantes!

Em pleno funcionamento o INFRASAT será uma mais valia nas infraestruturas de telecomunicações nacional e internacional, juntando-se ao SAT-3, o cabo internacional de telecomunicações em fibras ópticas (famoso pelos cortes que tem sofrido J) e à outros sistemas actualmente em funcionamento que têm proporcionado até certo nível serviços semelhantes ao INFRASAT.

Satisfeitas ficarão as instituições que se têm confrontado com a inviabilização de alguns de seus projectos por razões de insuficiências tecnológicas. Pude constatar tal facto durante a participação em um fórum dos Profissionais e Estudantes em IT organizado pela CAFA (Célula Académica First Angola), no qual uma das empresas voltadas ao ensino à distância apontava como um facto peremptório para a sua plena implantação em Angola a necessidade de melhoria da infraestrutura de telecomunicações.

Com isso é fácil concluirmos que os frutos desse projecto servirão para melhorar a vida ( No Stress ;-))de todos que directa ou indirectamente usufruem dos benefícios das novas tecnologias.

As boas dicas que o jornalista Adriano Silva apresenta no livro
“Tudo o que Aprendi Sobre o Mundo dos Negócios”:

1. E-mail é documento: verifique se é necessário gerar um e lembre-se de que tudo ficará registrado.

2. Não use e-mail para discutir: prefira fazer isso pessoalmente, e use a internet para formalizar o que foi combinado.

3. E-mail é uma ferramenta racional: nada de PowerPoint com musiquinha, poesia ruim e foto de bichinho.

4. E-mail não é bom quando se tem pressa: se é “para ontem”, use o telefone.

5. Use com moderação o “cc” e o “cco”: será que o que você tem a falar interessa a tanta gente?

6. Jamais comente e-mails que foram enviados a você como cópia oculta: eles são “para seu conhecimento”, não “para sua providência”.

7. Cuidado ao encaminhar mensagens: você pode expor quem confiou na sua discrição.

8. Responda rápido! Não responder um e-mail é deixar alguém falando sozinho.

9. Prefira “responder” a “responder a todos”: você fará um bem se excluir de sua resposta o máximo de destinatários.

10. Use um tom extra de gentileza: isso lhe ajudará a soar mais afável, uma vez que a palavra escrita é sempre mais rígida.

Fonte: Portal Revista VIP