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E o doodle do dia vai para o...

Google mimando os seus clientes! 😀

Este pode ser considerado um “Fast-post” pois serei super breve nas palavras, já que tenho corrido quase que em contra-relógio para poder honrar outros compromissos. Contudo, nada de alarmismo que o dia para sacudir a poeira deste espaço esta prestes a chegar! 🙂

Então, passando à boa-nova, informo que o domínio de busca do Google para Angola  (www.google.co.ao) que inicialmente era somente em Português, agora surge com a opção para o visualizarmos em Kikongo, sendo esta uma das línguas nacionais do nosso país.

E prontos, assim é a Google!… (termino com reticências pois, pelos vistos, continuarão sempre a surpreender-nos).

 

 



Com o aumento da popularidade do Google Chrome, está também a aumentar a atractividade deste browser como alvo de utilizadores ou grupos organizados com más intenções. O motivo destas entidades é sempre o mesmo, furtarem informação pessoal alheia ou desenvolver esquemas elaborados de “phishing”, são apenas algumas das abordagens mais comuns. Os analistas da firma de segurança BitDefender descobriram uma nova variante de trojan destinada a utilizadores do Google Chrome.

Este trojan diagnosticado pela empresa Romema (denominado Agent-20577), disfarça-se como extensão para o Google Chrome sendo capaz de se alojar no computador dos afectados e comprometer seriamente as capacidades de navegação do Browser da Google.

O vírus encontra-se a ser divulgado por mensagens convincentes de SPAM. As alegadas mensagens referem que esta falsa extensão é capaz de “ajudar a melhor organizar os documentos recebidos por email”. O download da extensão, para os mais atentos não passa de uma forma despercebida, já que é apresentada no formato de uma extensão *.exe em detrimento da tradicional *.crx que é usada pelas extensões do Chrome.

Uma vez alojado no computador, este Trojan bloqueia acesso ao Google e Yahoo, através da modificação do ficheiro hosts do Windows e redirecciona os pedidos a estes sites, para substitutos forjados com o objectivo de orquestrar esquemas de “phising” ou tácticas de “scareware” de modo a propiciar compensações financeiras para os burlões.

Este trojan especialmente direccionado ao Google Chrome, revela dois aspectos, o preço da fama e popularidade deste jovem browser e a audácia dos autores das ameaças em se ajustarem rapidamente ao panorama actual dos browsers.

Este exemplo acaba um pouco por desmistificar o mito de invulnerabilidade, levantado em concursos como o Pwn2Own, em que o browser se manteve invencível.

Como gostamos várias vezes de referir aos nossos leitores, por mais seguro que um browser possa ser (que neste caso até o é), a falha de segurança está na maioria das vezes, situada entre o computador e a cadeira.

Fonte: pplware.sapo.pt

Pois é, mais uma dor de cabeça para o nosso querido amigo Bill Gates e seu staff. Em crescimento galopante surge a google com mais uma mostra da sua intenção de se fazer presente nas mais várias áreas das tecnologias de informação e comunicação. Trata-se do seu navegador web Chrome disponível para download na sua versão beta pública para windows.

Deste modo, dei uma pausa no Firefox e estou a explorá-lo ao máximo, e digo desde já que tenho observado um bom desempenho deste aplicativo, o que já era de esperar. 😉

Utilizando código da interface do Firefox e o mecanismo de renderização Webkit, criado pela equipe do KDE e desenvolvido pela Apple, o Google Chrome contém diversas inovações tecnológicas.

Uma das novidades mais perceptíveis é a velocidade de renderização de páginas — especialmente aquelas tradicionalmente pesadas, cheias de código Javascript — um resultado do uso do veloz Webkit e do compilador Javascript JIT V8. Além disso, a arquitetura interna do navegador é uma novidade na área: cada aba utiliza não uma thread, mas um processo independente, que fica isolado de todos os outros do navegador e do sistema operacional. Com isso, caso algum aplicativo web rodando na aba saia do controle, é possível matar somente o processo da aba, minimizando as conseqüências do código defeituoso da página.

Como sempre podemos esperar do Google, o navegador traz mais do que simples mudanças tecnológicas, e tem a pretensão de mudar a forma como navegamos — inclusive incentivando a separação das abas em janelas, para uso de aplicativos web em janelas independentes.

Somente Windows

Infelizmente para usuários Linux e Mac OS, a versão do Chrome liberada hoje só funciona em sistemas Windows, embora a equipe de desenvolvimento planeje também versões para Linux e Mac OS.

Fonte: Linux Digital