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Pesquisadores de segurança descobriram uma falha no Google Chrome que expõe o browser a potenciais ataques do tipo clickjacking.  Uma equipa de analistas de segurança concluiu que este browser permite que sejam substituídos os links legítimos por outros à escolha dos atacantes. O Google reconheceu a existência da falha e está trabalhando em uma correção para a versão 1.0.154.43 e anteriores do browser em sistemas com o Windows XP SP2.

clickjacking

clickjacking

Entretanto o Google informou do conhecimento da falha e que está já a trabalhar na correcção que resolverá o problema na versão do Chrome 1.0.154.43 e anteriores, sobre o Windows XP SP2.

Este tipo de ataque leva a que os utilizadores façam determinadas acções que não tinham intenções de as fazer, legitimando todo o ataque pois parte do browser por nossa iniciativa.

Surgiram posteriormente a esta descoberta, informações veiculadas pelo porta-voz da empresa de segurança da filial australiana, dando conta que a falha é extensiva a outros browsers e não apenas ao Chrome.

Contudo o chefe executivo, Nishad Herath, da empresa de segurança e consultadoria Novologica, afirmou que depois de executar o processo que gerou a prova de ataque descobriu que o Internet Explorer 8 (versão RC1 e Beta 2) e o Opera 9.63 (a última versão) não estavam expostos a esta falha de segurança. Concluir então que esta falha estava a afectar o Chrome e o Firefox 3.0.5.

Pois é, mais uma dor de cabeça para o nosso querido amigo Bill Gates e seu staff. Em crescimento galopante surge a google com mais uma mostra da sua intenção de se fazer presente nas mais várias áreas das tecnologias de informação e comunicação. Trata-se do seu navegador web Chrome disponível para download na sua versão beta pública para windows.

Deste modo, dei uma pausa no Firefox e estou a explorá-lo ao máximo, e digo desde já que tenho observado um bom desempenho deste aplicativo, o que já era de esperar. 😉

Utilizando código da interface do Firefox e o mecanismo de renderização Webkit, criado pela equipe do KDE e desenvolvido pela Apple, o Google Chrome contém diversas inovações tecnológicas.

Uma das novidades mais perceptíveis é a velocidade de renderização de páginas — especialmente aquelas tradicionalmente pesadas, cheias de código Javascript — um resultado do uso do veloz Webkit e do compilador Javascript JIT V8. Além disso, a arquitetura interna do navegador é uma novidade na área: cada aba utiliza não uma thread, mas um processo independente, que fica isolado de todos os outros do navegador e do sistema operacional. Com isso, caso algum aplicativo web rodando na aba saia do controle, é possível matar somente o processo da aba, minimizando as conseqüências do código defeituoso da página.

Como sempre podemos esperar do Google, o navegador traz mais do que simples mudanças tecnológicas, e tem a pretensão de mudar a forma como navegamos — inclusive incentivando a separação das abas em janelas, para uso de aplicativos web em janelas independentes.

Somente Windows

Infelizmente para usuários Linux e Mac OS, a versão do Chrome liberada hoje só funciona em sistemas Windows, embora a equipe de desenvolvimento planeje também versões para Linux e Mac OS.

Fonte: Linux Digital