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Este pode ser considerado um “Fast-post” pois serei super breve nas palavras, já que tenho corrido quase que em contra-relógio para poder honrar outros compromissos. Contudo, nada de alarmismo que o dia para sacudir a poeira deste espaço esta prestes a chegar! 🙂

Então, passando à boa-nova, informo que o domínio de busca do Google para Angola  (www.google.co.ao) que inicialmente era somente em Português, agora surge com a opção para o visualizarmos em Kikongo, sendo esta uma das línguas nacionais do nosso país.

E prontos, assim é a Google!… (termino com reticências pois, pelos vistos, continuarão sempre a surpreender-nos).

 

 



Pesquisadores de segurança descobriram uma falha no Google Chrome que expõe o browser a potenciais ataques do tipo clickjacking.  Uma equipa de analistas de segurança concluiu que este browser permite que sejam substituídos os links legítimos por outros à escolha dos atacantes. O Google reconheceu a existência da falha e está trabalhando em uma correção para a versão 1.0.154.43 e anteriores do browser em sistemas com o Windows XP SP2.

clickjacking

clickjacking

Entretanto o Google informou do conhecimento da falha e que está já a trabalhar na correcção que resolverá o problema na versão do Chrome 1.0.154.43 e anteriores, sobre o Windows XP SP2.

Este tipo de ataque leva a que os utilizadores façam determinadas acções que não tinham intenções de as fazer, legitimando todo o ataque pois parte do browser por nossa iniciativa.

Surgiram posteriormente a esta descoberta, informações veiculadas pelo porta-voz da empresa de segurança da filial australiana, dando conta que a falha é extensiva a outros browsers e não apenas ao Chrome.

Contudo o chefe executivo, Nishad Herath, da empresa de segurança e consultadoria Novologica, afirmou que depois de executar o processo que gerou a prova de ataque descobriu que o Internet Explorer 8 (versão RC1 e Beta 2) e o Opera 9.63 (a última versão) não estavam expostos a esta falha de segurança. Concluir então que esta falha estava a afectar o Chrome e o Firefox 3.0.5.

Pois é, mais uma dor de cabeça para o nosso querido amigo Bill Gates e seu staff. Em crescimento galopante surge a google com mais uma mostra da sua intenção de se fazer presente nas mais várias áreas das tecnologias de informação e comunicação. Trata-se do seu navegador web Chrome disponível para download na sua versão beta pública para windows.

Deste modo, dei uma pausa no Firefox e estou a explorá-lo ao máximo, e digo desde já que tenho observado um bom desempenho deste aplicativo, o que já era de esperar. 😉

Utilizando código da interface do Firefox e o mecanismo de renderização Webkit, criado pela equipe do KDE e desenvolvido pela Apple, o Google Chrome contém diversas inovações tecnológicas.

Uma das novidades mais perceptíveis é a velocidade de renderização de páginas — especialmente aquelas tradicionalmente pesadas, cheias de código Javascript — um resultado do uso do veloz Webkit e do compilador Javascript JIT V8. Além disso, a arquitetura interna do navegador é uma novidade na área: cada aba utiliza não uma thread, mas um processo independente, que fica isolado de todos os outros do navegador e do sistema operacional. Com isso, caso algum aplicativo web rodando na aba saia do controle, é possível matar somente o processo da aba, minimizando as conseqüências do código defeituoso da página.

Como sempre podemos esperar do Google, o navegador traz mais do que simples mudanças tecnológicas, e tem a pretensão de mudar a forma como navegamos — inclusive incentivando a separação das abas em janelas, para uso de aplicativos web em janelas independentes.

Somente Windows

Infelizmente para usuários Linux e Mac OS, a versão do Chrome liberada hoje só funciona em sistemas Windows, embora a equipe de desenvolvimento planeje também versões para Linux e Mac OS.

Fonte: Linux Digital

Está no ar a versão beta 2 do Internet Explorer 8, a aposta da Microsoft para recuperar o terreno que vem perdendo para o Firefox na guerra dos navegadores. O novo browser traz funcionalidades que já existiam na concorrência, aprimorando algumas delas para tornar a navegação na web mais simples e segura.

Uma das nova funções, o InPrivate, que permitirá que internautas suspendam temporariamente o armazenamento de histórico, cookies e outras formas de identificação de sites visitados, já havia sido anunciada na terça-feira. O navegador, no entanto, apresenta outras melhorias na área de segurança e privacidade.

Além de bloquear sites de phishing, o IE 8 destaca o nome do domínio dos sites visitados. Isso significa que se você estiver navegando no eBay e o endereço que aparecer destacado não for ebay.com, será bastante provável que você esteja num site falso. O browser também bloqueia o download de scripts de sites de terceiros, impedindo que você baixe conteúdo desavisado.

O novo IE8 traz uma funcionalidade semelhante ao Ubiquity, anunciado pela Mozilla Labs nesta quarta-feira. Com os “Accelerators”, basta clicar com o botão direito do mouse numa imagem, link ou texto destacado para receber opções como postar num blog, traduzir ou definir um termo, enviar o conteúdo por email, mapear um endereço, etc.

A Microsoft promete também “fatiar” as páginas da internet, permitindo que o internauta acompanhe mudanças em partes de um site. Será possível acompanhar um leilão no eBay ou um aplicativo no Facebook sem precisar entrar nas páginas. Para essa função será preciso que os administradores insiram códigos definindo as partes das páginas que poderão ser clicadas

Uma das características do Firefox 3 que a Microsoft copiou (e aprimorou) no IE8 é a barra de ferramentas. O navegador faz buscas no histórico, favoritos e nos feeds, procurando pelos termos digitados nos títulos e endereços das páginas. Pode-se ainda excluir itens específicos de buscas futuras.

As abas, que só chegaram ao mundo Microsoft no IE7, voltam com melhorias significativas. Agora se um site trava, pode ser fechado sem interferir na navegação das outras abas. Além disso, o IE reconhece abas de sites relacionados e os agrupa com a mesma cor. A partir daí, grupos de abas podem ser fechados ou movidos juntos.

Fonte: O Globo Online