Category: Redes



1. Uma célula humana contém 75 MB de informações genéticas.
2. Um espermatozóide tem metade disso, ou seja, 37,5 MB.
3. 1 ml de sémen saudável tem aproximadamente 100 milhões de espermatozóides.
4. Uma ejaculação média dura 5 segundos e contém de 2,25 ml de sémen.
5. Ou seja, a velocidade da conexão ou “put and get out” médio de um homem saudável é de: ( 37,5 MB x 100.000.000 x 2,25 ) / 5 = 1.761.607.680. 000.000 bytes / segundo = 1,76 Terabytes / segundo.

Conclusão:
O óvulo feminino suporta um ataque de DDoSp (Distributed Denial of Service Pack) de 1,76 TB/s e só permite a passagem de 1 pacote durante sua conexão, fazendo dele o MELHOR FIREWALL DO MUNDO! 😀

PS: Hoje é dia de festa!  Soprando Velinhas, Parabéns Para Mim!;-)

Compras online pode oferecer maior comodidade, maior seleção e, em alguns casos, melhores preços. Assim como compras em uma loja, ou através do telefone, existem algumas regras básicas que sugiro que você siga quando efectua as suas compras online para garantir a melhor experiência de compra possível.

Use um navegador da Web seguro
Procure por um “s” após o “http” no endereço da página web ou URL.

Mantenha sua senha secreta
Algumas lojas online exige que você registe um nome de utilizador e senha antes de comprar um item. Tal como você mantém o código do seu multi-caixa privado, deve sempre manter as suas senhas secretas das outras pessoas.

Usar a Internet para comparar os vendedores
Compare produtos e preços antes de comprar – clique ao redor para encontrar o item com o melhor preço.

Proteja suas informações de cartão
Só dar detalhes do seu cartão de crédito/débito ao fazer compras – não fornecê-los por qualquer outro motivo.

Verifique as políticas de entrega e devolução
Antes de completar uma transação on-line, leia a política de entrega e de devolução.Descubra se pode devolver os objectos e quem suporta os custos.

Mantenha um registro de suas transações
Mantenha um registro de suas operações – apenas no caso de precisar de devolver um item ou tiver uma pergunta sobre a sua compra.

Esta necessidade surgiu quando pretendia configurar a conexão à internet pelo serviço Movinet (Movicel), usando o modem usb da Anydata ADU-100-A.

Siga os seguintes passos:

1. Instale o pacote gnomePPP caso não exista no seu sistema (baixei aqui: http://garr.dl.sourceforge.net/sourceforge/projeto-messias/modem-arquivos-v21.tar.gz ).

Att.: O tutorial existente não foi actualizado, mas é de leitura obrigatória. A descompactação pela linha de comandos (Terminal) estava a gerar erros, por isso continuei no ambiente gráfico, e instalei o gnomePPP dando duplo clique no ficheiro “gnome-ppp_0.3.23-1_i386.deb”.

2. Conecte o modem USB  ao PC (no meu caso, Modem Anydata ADU-100A)

3. Na linha de comandos e como root, digite: gnome-ppp (ou, sem estar como root mas com elevados previlégios, digite sudo gnome-ppp, e antes de abrir a aplicação é solicitado a password de administrador).

Esse passo também pode ser dado no ambiente gráfico, seguindo: Aplicações -> Internet -> GNOME PPP

4. Surge a janela de configuração. Na tab “Modem” clique em ‘Detect’. O modem na porta usb é automaticamente detectado, com o tipo ‘Analog Modem’, portanto em “Type” escolhe ‘USB Modem’. Não altere a opção “Speed”. Na opção “Dial Prefix” digite :#

Na tab “Networking” as opções “Dynamic IP address” e “Automatic DNS” estão seleccionadas por defeito, não altere.

Na tab “Options” escolhe “Dock in notification area” e “Reconect automatically” (Já que há dias em que parece que aderimos ao pacote “Bungee jumping” lol :-))

Feche a janela.

5. Coloque o seu username.

Para os utilizadores do serviço movinet o username é constituído da seguinte forma: 2440númerodomodem@movinet.info

Exemplo: 2440910000000@movinet.info

Coloque a senha.

Para os utilizadores do serviço movinet a senha é: movicel

Coloque em  “Phone number” o número: 777

6. Clique em ‘connect’. Surgirá uma pequena janela, que desaparecerá logo que a conexão for estabelecida com sucesso. Caso não desapareça, clique em “log” e veja qual é o problema.

Comigo resultou!


O Adaptador Loopback é uma ferramenta de teste usada num ambiente de rede virtual onde não é feito um acesso à rede física.  

Para instalar manualmente o Adaptador Loopback no Windows XP siga os seguintes passos:

1. Clique Start (Iniciar), e de seguida Control Panel (Painel de Control).

2. Se estás no modo Category View (Vista por Categoria), clique Switch to Classic View (Mudar para Vista Clássica) no painel esquerdo do Control Panel.

3. Clique em Add Hardware, e de seguida clique Next.

loopback_1

4. Clique Yes, I have already connected the hardware, e de seguida clique Next.

 loopback_2

5. No final da lista, clique Add a new hardware device, e de seguida clique Next.

 loopback_3

6. Clique Install the hardware that I manually select from a list, e de seguida clique Next.

 loopback_4

 7. Clique Network adapters, e de seguida clique Next.

 loopback_5

8. Na caixa Manufacturer, clique Microsoft.

 loopback_6

9. Na caixa Network Adapter, Clique Microsoft Loopback Adapter, e de seguida clique Next.

 

loopback_6

10. O Assintente estará pronto para instalar o adaptador, clique Next.

loopback_7

11. Clique Finish.

loopback_8

 

** Terás que reiniciar o computador para que a interface funcione correctamente **

 12. O novo adaptador está criado e disponível na secção Network Connections.

 loopback_9

11. Acesse as propriedades do Adaptador Loopback Local e atribua os endereços IP

 loopback_10

13. Ping 10.10.10.1 endereço IP do adaptador loopback  a partir do Prompt DOS para testar a sua conectividade

 ping

Nota: Caso queira simplementes efectuar testes para verificar a operacionalidade do Protocolo IP numa máquina, basta enviar pacotes de testes para o endereço reservado de loopback local 127.0.0.1 ( ping 127.0.0.1), não precisando de instalar um adpatador de Loopback. Uma resposta a partir de 127.0.0.1 indica que o Protocolo IP foi instalado correctamente na máquina.

 

 

Em resposta a alguns comentários e questões sobre o INFRASAT procurarei esclarecer de uma maneira muito simples o impacto do seu surgimento.

Imaginemos que todo o sistema de Telecomunicações possua uma estrutura hierárquica em que num ponto mais alto estão as instituições que disponibilizam os serviços (telefonia móvel ou fixa, televisão por cabo ou satélite, internet, etc), e num nível mais baixo encontramos os clientes ou usuários desses serviços! Nesta perspectiva e num nível intermédio, o INFRASAT funcionará como o suporte tecnológico, a infraestrutura, que permitirá aos elementos do nível mais baixo desfrutarem de todos os serviços de última geração com uma excelente qualidade e à baixo preço por tratar-se de uma infraestrutura nacional, não havendo a actual necessidade de fazer-se o uso de links satélites alugados pertencentes à entidades estrangeiras, o que era apresentado como um dos motivos dos preços exorbitantes!

Em pleno funcionamento o INFRASAT será uma mais valia nas infraestruturas de telecomunicações nacional e internacional, juntando-se ao SAT-3, o cabo internacional de telecomunicações em fibras ópticas (famoso pelos cortes que tem sofrido J) e à outros sistemas actualmente em funcionamento que têm proporcionado até certo nível serviços semelhantes ao INFRASAT.

Satisfeitas ficarão as instituições que se têm confrontado com a inviabilização de alguns de seus projectos por razões de insuficiências tecnológicas. Pude constatar tal facto durante a participação em um fórum dos Profissionais e Estudantes em IT organizado pela CAFA (Célula Académica First Angola), no qual uma das empresas voltadas ao ensino à distância apontava como um facto peremptório para a sua plena implantação em Angola a necessidade de melhoria da infraestrutura de telecomunicações.

Com isso é fácil concluirmos que os frutos desse projecto servirão para melhorar a vida ( No Stress ;-))de todos que directa ou indirectamente usufruem dos benefícios das novas tecnologias.

INFRASAT”, que permite a transmissão de dados por voz, imagem e  Internet em alta velocidade, foi inaugurado hoje (terça-feira), em Talatona (Luanda), pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

O INFRASAT, que oferece também possibilidades para a transmissão de sinais de rádio e de televisão, é um sistema que visa interligar qualquer ponto do país e deverá impulsionar o desenvolvimento de sectores como da educação, saúde, cultura, defesa, administração pública, banca, aeroportos, postos fronteiriços, entre outros.

Entre os serviços oferecidos está o NetSat que leva telefone e Internet até aos sítios mais recônditos. Por meio das chamadas VSAT, estruturas de fácil instalação alimentadas por energia solar, órgãos públicos e privados de todo o país podem conectar-se, facilitando o processo de administração, possibilitando a troca de experiências com outras províncias e até com outras cidades do mundo.

Outro sistema oferecido pela Infrasat é o TrunkSat, que traz suporte aos operadores de serviços de telecomunicações, aumentando a sua capacidade de conexão. Agora, as operadoras de CDMA e GSM, por exemplo, podem aumentar a capacidade de transmissão e ampliar a sua cobertura, bem como servirá para melhorar a capacidade de conexão dos serviços de telecomunicações.

Por meio do sistema DTH (direct to home), o projecto oferece pacotes com múltiplos canais de rádio e de televisão, nacionais e internacionais.

O INFRASAT permite a realização de vídeo-conferências, cursos profissionais à distância e contará com unidades móveis para que os utentes possam transmitir dados, por voz ou vídeo, assim como acesso à Internet, a partir de regiões mais remotas do país.

Oferece ainda um sistema de monitorização de imagem, com câmaras de vigilância, que podem ser instaladas em qualquer sítio com controlo à distância.

O sistema foi implementado pela Comissão Interministerial de Coordenação Geral do Projecto de Telecomunicações via Satélite de Apoio Multi-sectorial, criado pelo Chefe de Estado em 21 de Junho de 2006, e executada pela empresa Cognito Internacional.

[Jornal de Angola; Angola Press (ANGOP)]

SITE OFICIAL INFRASAT

LEIA TAMBÉM: INFRASAT – Uma Visão Esclarecedora

Ao desenvolver o meu projecto académico da cadeira de Fundamentos de Programação I/2007, em linguagem C, juntamente com o Nelson Neto, resolvi adicionar a funcionalidade de impressão de registos armazenados em ficheiros binários.

Mas enquanto implementavamos a função deparamo-nos com o facto de que no Sistema Operacional Linux não existe o ficheiro standard stdprn que representa a impressora padrão do sistema no windows. Por isso criamos um ficheiro denomidado IMPRESSORA.txt que recebia os dados a serem imprimidos na impressora padrão, procedimento que descreverei na devida altura.

Para adicionarmos os dados ao ficheiro de impressão analisamos o funcionamento da função fprintf, (fprintf(FILE *fich, const char *format, …) – em que o parâmetro inicial corresponde ao ficheiro onde o processamento será realizado), quando pretende-se apresentar os dados no monitor usando o ficheiro standard stdout.

fprintf(stdout,”Nome: %s”, x.nome);//Surge na tela “Nome: Leivan de //Carvalho”; nome contido em x.nome

Para o nosso caso, usamos o ficheiro IMPRIMIR.txt

fprintf(IMPRIMIR.txt ,”Nome: %s”, x.nome); //Envia-se para o ficheiro //IMPRIMIR.txt “Nome: Leivan de Carvalho”; nome contido em x.nome

Como para cada ficheiro já haviamos criado as suas respectivas funções que permitiam mostrar o seu conteúdo na tela, bastou-nos somente indicar como saída o ficheiro IMPRIMIR.TXT.

//Função mostrar_Inf_pessoal_Cand
//Parâmetros: ficheiro onde serão apresentados os dados e o registo a ser mostrado
void mostrar_Inf_pessoal_Cand( FILE *fp, P_INF_PESSOAL_CAND x )
{
system( “clear” );
getchar();
fprintf( fp, “\n\n\t\t\t *|**|* INFORMACOES PESSOAIS *|**|*\n\n” );
fprintf( fp, “\t\t\t\t\t***\n” );
fprintf( fp, “\tNUMERO REGISTO: %lu\n”,x.num_reg );
fprintf( fp, “\tNumero de aluno: %lu\n”,x.num_aluno );
fprintf( fp, “\tNome: %s”,x.nome );
fprintf( fp, “\tCurso: %s\n”,x.curso );
fprintf( fp, “\tAno: %hu\n”,x.ano_curso );

//    (…)
}

mostrar_Inf_pessoal_Cand( IMPRIMIR.TXT, P_INF_PESSOAL_CAND x );

Agora, tendo já os dados no ficheiro IMPRIMIR.TXT, bastou-me escrever o código que activasse o processo de impressão. Considerando o comando do LINUX para impressão na impressora padrão (lp arquivo.txt).

Código:

fp4=fopen(“IMPRIMIR.txt”,”wb“);//Abertura do ficheiro em modo de escrita binario

mostrar_Inf_pessoal_Cand(fp4,a);//Escreve a P_inf_familiar em IMPRIMIR.txt

fclose(fp4);//Fecho do ficheiro

system(“lp IMPRIMIR.txt”);//comando ‘lp’ enviar o ficheiro para a impressora padrao

 

E voila !!! Essas são as 4 linhas mais importantes para o processo de impressão, bastará colocá-las nos locais do seu código em que desejar, com algumas manipulações e funcionará!

Os procedimentos são de minha autoria (gerado em momento de adrenalina devido a “inovação” e tempo escasso lol ), portanto e se existir algum meio menos trabalhoso para se efectuar o processo de impressão gostaria de ter acesso ao mesmo. Por isso, estou aberto a novas informações!

Neste post apresento o resultado da pesquisa solicitada pelo professor da cadeira de Comunicação por Computadores, sobre os sistemas de satélites similares ao famoso GPS.

 

 

GPS 

O Sistema de Posicionamento Global, vulgarmente conhecido por GPS (do acrónimo do inglês Global Positioning System), é um sistema de posicionamento por satélite, por vezes incorrectamente designado de sistema de navegação, utilizado para determinação da posição de um receptor na superfície da Terra ou em órbita.

O sistema foi declarado totalmente operacional apenas em 1995. Seu desenvolvimento custou 10 bilhões de dólares. Consiste numa “constelação” de 28 satélites sendo 4 sobressalentes em 6 planos orbitais. Os satélites GPS, construídos pela empresa Rockwell, foram lançados entre Fevereiro de 1978 (Bloco I), e 6 de Novembro de 2004 (o 29º). Cada um circunda a Terra duas vezes por dia a uma altitude de 20200 quilômetros (12600 milhas) e a uma velocidade de 11265 quilômetros por hora (7000 milhas por hora).

O sistema GPS foi criado e é controlado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América, DoD, e pode ser utilizado por qualquer pessoa, gratuitamente, necessitando apenas de um receptor que capte o sinal emitido pelos satélites.  O sistema está dividido em três partes: espacial, de controlo e utilizador. O segmento espacial é composto pela constelação de satélites. O segmento de controlo é formado pelas estações terrestres dispersas pelo mundo ao longo da Zona Equatorial, responsáveis pela monitorização das órbitas dos satélites, sincronização dos relógios atómicos de bordo dos satélites e actualização dos dados de almanaque que os satélites transmitem. O segmento do utilizador consiste num receptor que capta os sinais emitidos pelos satélites. Um receptor GPS (GPSR) descodifica as transmissões do sinal de código e fase de múltiplos satélites e calcula a sua posição com base nas distâncias a estes. A posição é dada por latitude, longitude e altitude, coordenadas geodésicas referentes ao sistema WGS84.

 GLONASS

O GLONASS (Global Navigation Satellite System) é um sistema de posicionamento geográfico, similar ao GPS, conta com uma constelação de 24 satélites divididos em três órbitas, pertence à Federação Russa. O primeiro satélite GLONASS foi lançado em 12 de Outubro de 1982, mas tinha apenas objectivos militares, datando a versão comercial do sistema apenas de 1993.

Uma constelação completa do GLONASS será composta de 24 satélites em 3 planos orbitais – 8 satélites por plano. Os planos tem a inclinação de 64.8° que é maior que os planos orbitais do GPS (55°) – isto é um benefício para os usuários localizados em latitudes altas (ou baixas) já que os satélites GLONASS viajam muito mais ao norte (ou sul) que os satélites GPS.

Os satélites GLONASS orbitam à uma altitude de 19,100km – mais baixo que a órbita do GPS de 20,200km. Esta órbita mais baixa significa que os satélites GLONASS completam uma em volta da Terra em 11horas e 15minutos – comparado às 11horas e 58minutoss para a órbita do GPS. 

Segundo Parkinson e Spilker (2006) o propósito do sistema global de navegação por satélite GLONASS é prover a um número ilimitado de usuários com serviços de posicionamento tridimensional, medida de velocidade e de tempo em qualquer lugar do globo terrestre e em qualquer condição climática.

 

GALILEO 

Galileo é um Sistema de Posicionamento Global por satélite europeu. Concebido desde o início como um projecto civil, em oposição ao GPS americano e ao GLONASS russo que são de origem militar, tendo, várias vantagens: maior precisão (ainda a ser confirmado em testes reais), maior segurança (possibilidade de transmitir e confirmar pedidos de ajuda em caso emergência) e menos sujeito a problemas (o sistema tem a capacidade de testar a sua integridade automaticamente). Além disso, o sistema será inter-operável com os outros dois sistemas já existentes, permitindo uma maior cobertura de satélites.

O sistema completo incluirá 30 satélites, dos quais 3 ficarão em reserva como suplentes caso sejam necessários, e prevê-se a sua entrada em funcionamento em 2010, embora com um atraso de dois anos face às perspectivas iniciais.

Os primeiros sinais Galileo foram transmitidos no dia 12 de Janeiro de 2006 pelo satélite GIOVE-A que tinha sido colocado em órbita a 28 de Dezembro de 2005. Em construção está o GIOVE-B, o segundo satélite de teste.

.

 

Por que é grave O que fazer
Vírus Podem paralisar a rede corporativa, tirar o sistema de e-mail do ar e roubar senhas É essencial manter um sistema antivírus actualizado, além de treinar os funcionários
Spam Ocupam as redes corporativas  com mensagens inúteis e podem trazer vírus Instalar um software de bloqueio de spam e treinar os funcionários
Roubo de notebooks Muitas máquinas contêm informações que podem ser vendidas a concorrentes Ter políticas rígidas de senhas para notebooks e manter cópias duplicadas das informações
Acesso remoto indevido Invasores podem entrar nas redes das empresas e, uma vez lá dentro, roubar informações Instalar e monitorar sistemas de firewall e sistemas de detecção de intrusos
Vazamento de informações Funcionários mal intencionados ou incautos podem revelar senhas e dados sigilosos Adoptar um sistema de gestão de identidade, que controla as senhas de acesso

 Portal EXAME

Ricardo César e Marcelo Onaga, da EXAME