Em resposta a alguns comentários e questões sobre o INFRASAT procurarei esclarecer de uma maneira muito simples o impacto do seu surgimento.

Imaginemos que todo o sistema de Telecomunicações possua uma estrutura hierárquica em que num ponto mais alto estão as instituições que disponibilizam os serviços (telefonia móvel ou fixa, televisão por cabo ou satélite, internet, etc), e num nível mais baixo encontramos os clientes ou usuários desses serviços! Nesta perspectiva e num nível intermédio, o INFRASAT funcionará como o suporte tecnológico, a infraestrutura, que permitirá aos elementos do nível mais baixo desfrutarem de todos os serviços de última geração com uma excelente qualidade e à baixo preço por tratar-se de uma infraestrutura nacional, não havendo a actual necessidade de fazer-se o uso de links satélites alugados pertencentes à entidades estrangeiras, o que era apresentado como um dos motivos dos preços exorbitantes!

Em pleno funcionamento o INFRASAT será uma mais valia nas infraestruturas de telecomunicações nacional e internacional, juntando-se ao SAT-3, o cabo internacional de telecomunicações em fibras ópticas (famoso pelos cortes que tem sofrido J) e à outros sistemas actualmente em funcionamento que têm proporcionado até certo nível serviços semelhantes ao INFRASAT.

Satisfeitas ficarão as instituições que se têm confrontado com a inviabilização de alguns de seus projectos por razões de insuficiências tecnológicas. Pude constatar tal facto durante a participação em um fórum dos Profissionais e Estudantes em IT organizado pela CAFA (Célula Académica First Angola), no qual uma das empresas voltadas ao ensino à distância apontava como um facto peremptório para a sua plena implantação em Angola a necessidade de melhoria da infraestrutura de telecomunicações.

Com isso é fácil concluirmos que os frutos desse projecto servirão para melhorar a vida ( No Stress ;-))de todos que directa ou indirectamente usufruem dos benefícios das novas tecnologias.

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